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Mario Kart DS - Análises Enfadonhas

Olá! Eu sou o Gabriel Leocádio e vou fazer análises de Nintendo DS (NDS). O primeiro jogo que o vou analisar é um dos jogos mais famosos do Nintendo DS: Mario Kart DS!








Produzido e publicado pela Nintendo, a série Mario Kart vem ganhando espaço desde sua estréia no Super Nintendo (SNES) e Mario Kart DS é tão bom quanto seus antecessores. É um jogo de corrida, que traz personagens da série Mario, onde eles competem em pistas inspiradas por outros jogos do Mario, em karts, com uso de itens para “trapacear”.

















O uso dos itens é justamente o diferencial do jogo; ele não focado simplesmente na corrida, mas também na batalha.



















O visual do jogo é em 3D e é bem desenvolvido (levando em conta as capacidades gráficas do DS).
A jogabilidade é bem simples e intuitiva e os sons também são simples.
O modo de um jogador (singleplayer) é divertido, porém fica um pouco cansativo quando você aprende a jogar direito. O modo multi-jogador (via local ou Wi-Fi) é bem divertido, principalmente se você joga com seus amigos.






O modo principal do jogo é o Grand Prix, onde acontecem os campeonatos. Possui 5 dificuldades: 50cc,100cc, 150cc e 150cc Mirror, na ordem de mais fácil para o mais difícil.










Um ponto positivo do jogo é a diversão, pois ele é muito viciante! Já um ponto negativo, é que, depois de terminar o jogo, não tem muito para o que fazer, a não ser jogar no multiplayer, o que nem sempre é possível.
Enfim, Mario Kart DS é um ótimo jogo, que pode proporcionar horas de diversão, com um ótimo multiplayer. Recomendo!

Nota: 9,5

[Análise]The World Ends With You (DS)

Fala aí galera! Não, eu não morri! Apenas não tinha nenhuma análise interessante pra fazer... mas agora trago uma quentinha do forno feita com a receita da Vovó! (ok, parei com a palhaçada)

A análise de hoje vai tratar de um jogo muito divertido e inovador pra Nintendo DS, que foi considerado um dos melhores de 2009 mas que com certeza, é um dos títulos imortalizados como Top do portátil: The World Ends With You!


The World Ends With You é um RPG de ação pra Nintendo DS que utiliza ao máximo a característica tátil do mesmo, tendo as batalhas, menus e mini-games totalmente jogáveis na tela de toque. É da mesma equipe da franquia Final Fantasy, Kingdom Hearts e Dragon Quest, estando no mesmo nível dos mesmos.


A história começa quando Neku Sakuraba acorda no chão de uma avenida movimentada de Tóquio, sem lembrar de nada nem de como foi parar ali. Derrepente, monstros começam a aparecer e atacar pessoas, Neku tenta pedir ajuda às pessoas que passam mas as mesmas parecem não vê-lo nem escutá-lo, então ele é atacado por um desses monstros e começa a fugir. No meio da fuga, acaba encontrando com Shiki Misaki, que parece ser a única que consegue vê-lo, e que pede pra fazer um pacto, o que, para a surpresa de Neku, é a única forma de sobreviverem. Sem entender muito bem o que está acontecendo, Neku faz o pacto, e recebe de Shiki um Pin, uma espécie de moeda/bottom, que segundo ela, pode ser usado para contra-atacar os monstros. Utilizando o Pin, Neku enfrenta os monstros e os destrói, salvando sua vida e a de Shiki, por enquanto.

Após a batalha, Shiki revela que ela e Neku agora são parceiros, e precisam lutar juntos para sobreviverem por 7 dias, o período de duração do Reaper's Game, um jogo criado pelos Reapers para testar aqueles que morreram e ver se merecem uma segunda chance. Shiki fica curiosa sobre o passado de Neku e sobre sua morte, e o questiona sobre isso, mas ele, não gostando do envolvimento com outras pessoas, recusa qualquer contato amigável, e diz que não se lembra de nada, nem da forma como morreu.
E assim começa a saga de Neku e Shiki para sobreviverem no terrível Reaper's Game, que mostrará ser muito mais que apenas um jogo.










Meu parecer: é um RPG diferente, que tem batalhas movimentadas e uma história menos fantasiosa, e que te prende no decorrer das lutas e dos diálogos, fazendo você querer saber como a história vai se desenrolar.

O jogo não tem praticamente defeitos, sendo só um pouco chato pra usar alguns Pins que tem comandos parecidos e que acabam mesclando nas lutas, mas fora isso, o visual do jogo é totalmente pop, tendo a mistura de um traço meio gótico com grafitti, e cenários bem realistas com senso de espaço e profundidade.
Os comandos e menus são instintivos, ficando mais fácil de jogar para os iniciantes, e os mini-games são divertidos e muito bons para matar o tempo. A história dá reviravoltas impressionantes e os personagens evoluem junto dela, fazendo com que de um dia para o outro, eles reajam de forma completamente nova.
O número de diálogos é mediano, não quebrando a ação do jogo, os Boss são fortes e precisam de estratégia para serem derrotados.



Recomendo para aqueles que gostam de um RPG com uma boa história e bons personagens, ou simplesmente que querem experimentar um novo estilo de combate no DS para sair da rotina.


Nota: 9,0

[Análise]9 Hours, 9 Persons, 9 Doors (DS)

Fala galera! Dando continuidade à minha primeira semana como colaborador do blog, estou aqui hoje para fazer mais uma análise, dessa vez para o Nintendo DS, de um jogo pouco divulgado mas muito, muito interessante: 9 Hours, 9 Persons, 9 Doors.

Esse game é do tipo quebra-cabeça, mas colocado de uma forma inteligente e interessante, onde o jogador tem que resolver os quebra-cabeças para prosseguir e ao mesmo tempo, desvendar o mistério do Nonary Game, um jogo doentio criado para fazer experimentos com seres humanos.
Você encarnará o personagem Junpei, que se vê aprisionado num navio junto de mais 8 pessoas, e terá que resolver diversos enigmas para poder passar pelas portas espalhadas pelo navio, até atingir a número 9, onde está sua liberdade. O problema é que lhe são dadas 9 horas para poder escapar, ou uma bomba será detonada no navio e o mesmo naufragará, com os prisioneiros dentro.
O organizador do jogo se chama Zero, e o mesmo explica que sequestrou todos por um motivo em comum, e que aqueles que desobedeceram as regras serão condenados à morte, pois implantou uma bomba no estômago de cada participante, e a mesma detonará automaticamente caso as regras sejam quebradas.

O interessante do game está na complexa história e nos diálogos, que dão um clima de suspense e terror à história. Você deve saber um nível intermediário de Inglês para poder jogar, mas isso é recompensador, já que os diálogos são realistas e as situações passam todo um sentimento de mistério e medo, as personagens têm personalidades detalhadas e são muito realistas, e os tipos escolhidos lembram pessoas que muitas vezes vemos no dia-a-dia.
Muitas vezes você irá chegar a um impasse que parece impossível de ser resolvido, e depois de muito tentar pode até ficar descontente com os resultados negativos, mas um dos artíficios do jogo é que quase sempre que isso acontecer, a resposta derrepente brotará na sua cabeça. Isso pode parecer estranho no início, mas o jogo induz o cérebro a se organizar em uma forma de pensar, e muitas vezes ele trabalha inconscientemente e nos dá a respostas derrepente, o que é legal e assustador ao mesmo tempo.

Os quebra-cabeças são muito bem-bolados e interativos, usando da capacidade tátil do DS ao seu máximo, e usam de situações-problema para desenvolverem o pensamento lógico e a criatividade na resolução dos problemas.
O jogo te ensina a usar diversas artimanhas pra resolver problemas matemáticos que parecem complexos de início, mas que com o tempo passam a ser simples e fáceis, isso porque você aprenderá novas lógicas e até algumas transformações existentes na matemática de verdade, como a Base Hexadecimal.
O game possui 6 finais alternativos, sendo alguns deles ruins, outros vazios e o final verdadeiro, todos atingidos de formas diferentes e interligados. O desfecho de todos eles é brilhante e muitas vezes uma surpresa, terminando de uma forma nunca esperada pelo jogador.






Meu parecer: simplesmente um jogo espetacular! Eu nunca imaginei um jogo de quebra-cabeças sendo interessante para alguém que não gosta desse tipo de desafio, mas esse game revolucionou a minha forma de ver os quebra-cabeças, e me fez gostar ainda mais de jogos com histórias bem escritas, pois nesse eu passei um tempão lendo diálogos e narrativas, mas o diferencial foi que isso não cansou como era esperado, foi um entretenimento simples mas muito divertido. 
Em muitos quebra-cabeças eu tive que realmente quebrar a cabeça pra resolver, mas depois de um tempo você meio que adquire o pensamento lógico instantâneo, aí fica muito mais tranquilo e menos estressante de resolver as fases do game. Nunca gostei tanto de saber Inglês como nesse game, porque normalmente você só precisa saber coisas básicas como comandos e entender o básico de diálogo, mas em 999, você sabendo um pouco mais de Inglês, você pode desfrutar da excelente história e narrativa, além de se compenetrar lendo.
Demorei um bocado pra atingir todos os finais, joguei como louco, mas foi tudo muito divertido, pois comecei a traçar perfis dos personagens e tentar deduzir que rumo a história teria de tomar pra terminar diferente, e muitas vezes descobri a saída por acidente.

Eu espero sinceramente por uma continuação ou por uma sequência desse tipo de game, e aconselho àqueles que querem sair da mesmice a jogarem esse jogo, não se arrependerão.

Nota: 8,5