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[Análise]The World Ends With You (DS)

Fala aí galera! Não, eu não morri! Apenas não tinha nenhuma análise interessante pra fazer... mas agora trago uma quentinha do forno feita com a receita da Vovó! (ok, parei com a palhaçada)

A análise de hoje vai tratar de um jogo muito divertido e inovador pra Nintendo DS, que foi considerado um dos melhores de 2009 mas que com certeza, é um dos títulos imortalizados como Top do portátil: The World Ends With You!


The World Ends With You é um RPG de ação pra Nintendo DS que utiliza ao máximo a característica tátil do mesmo, tendo as batalhas, menus e mini-games totalmente jogáveis na tela de toque. É da mesma equipe da franquia Final Fantasy, Kingdom Hearts e Dragon Quest, estando no mesmo nível dos mesmos.


A história começa quando Neku Sakuraba acorda no chão de uma avenida movimentada de Tóquio, sem lembrar de nada nem de como foi parar ali. Derrepente, monstros começam a aparecer e atacar pessoas, Neku tenta pedir ajuda às pessoas que passam mas as mesmas parecem não vê-lo nem escutá-lo, então ele é atacado por um desses monstros e começa a fugir. No meio da fuga, acaba encontrando com Shiki Misaki, que parece ser a única que consegue vê-lo, e que pede pra fazer um pacto, o que, para a surpresa de Neku, é a única forma de sobreviverem. Sem entender muito bem o que está acontecendo, Neku faz o pacto, e recebe de Shiki um Pin, uma espécie de moeda/bottom, que segundo ela, pode ser usado para contra-atacar os monstros. Utilizando o Pin, Neku enfrenta os monstros e os destrói, salvando sua vida e a de Shiki, por enquanto.

Após a batalha, Shiki revela que ela e Neku agora são parceiros, e precisam lutar juntos para sobreviverem por 7 dias, o período de duração do Reaper's Game, um jogo criado pelos Reapers para testar aqueles que morreram e ver se merecem uma segunda chance. Shiki fica curiosa sobre o passado de Neku e sobre sua morte, e o questiona sobre isso, mas ele, não gostando do envolvimento com outras pessoas, recusa qualquer contato amigável, e diz que não se lembra de nada, nem da forma como morreu.
E assim começa a saga de Neku e Shiki para sobreviverem no terrível Reaper's Game, que mostrará ser muito mais que apenas um jogo.










Meu parecer: é um RPG diferente, que tem batalhas movimentadas e uma história menos fantasiosa, e que te prende no decorrer das lutas e dos diálogos, fazendo você querer saber como a história vai se desenrolar.

O jogo não tem praticamente defeitos, sendo só um pouco chato pra usar alguns Pins que tem comandos parecidos e que acabam mesclando nas lutas, mas fora isso, o visual do jogo é totalmente pop, tendo a mistura de um traço meio gótico com grafitti, e cenários bem realistas com senso de espaço e profundidade.
Os comandos e menus são instintivos, ficando mais fácil de jogar para os iniciantes, e os mini-games são divertidos e muito bons para matar o tempo. A história dá reviravoltas impressionantes e os personagens evoluem junto dela, fazendo com que de um dia para o outro, eles reajam de forma completamente nova.
O número de diálogos é mediano, não quebrando a ação do jogo, os Boss são fortes e precisam de estratégia para serem derrotados.



Recomendo para aqueles que gostam de um RPG com uma boa história e bons personagens, ou simplesmente que querem experimentar um novo estilo de combate no DS para sair da rotina.


Nota: 9,0

[Análise]9 Hours, 9 Persons, 9 Doors (DS)

Fala galera! Dando continuidade à minha primeira semana como colaborador do blog, estou aqui hoje para fazer mais uma análise, dessa vez para o Nintendo DS, de um jogo pouco divulgado mas muito, muito interessante: 9 Hours, 9 Persons, 9 Doors.

Esse game é do tipo quebra-cabeça, mas colocado de uma forma inteligente e interessante, onde o jogador tem que resolver os quebra-cabeças para prosseguir e ao mesmo tempo, desvendar o mistério do Nonary Game, um jogo doentio criado para fazer experimentos com seres humanos.
Você encarnará o personagem Junpei, que se vê aprisionado num navio junto de mais 8 pessoas, e terá que resolver diversos enigmas para poder passar pelas portas espalhadas pelo navio, até atingir a número 9, onde está sua liberdade. O problema é que lhe são dadas 9 horas para poder escapar, ou uma bomba será detonada no navio e o mesmo naufragará, com os prisioneiros dentro.
O organizador do jogo se chama Zero, e o mesmo explica que sequestrou todos por um motivo em comum, e que aqueles que desobedeceram as regras serão condenados à morte, pois implantou uma bomba no estômago de cada participante, e a mesma detonará automaticamente caso as regras sejam quebradas.

O interessante do game está na complexa história e nos diálogos, que dão um clima de suspense e terror à história. Você deve saber um nível intermediário de Inglês para poder jogar, mas isso é recompensador, já que os diálogos são realistas e as situações passam todo um sentimento de mistério e medo, as personagens têm personalidades detalhadas e são muito realistas, e os tipos escolhidos lembram pessoas que muitas vezes vemos no dia-a-dia.
Muitas vezes você irá chegar a um impasse que parece impossível de ser resolvido, e depois de muito tentar pode até ficar descontente com os resultados negativos, mas um dos artíficios do jogo é que quase sempre que isso acontecer, a resposta derrepente brotará na sua cabeça. Isso pode parecer estranho no início, mas o jogo induz o cérebro a se organizar em uma forma de pensar, e muitas vezes ele trabalha inconscientemente e nos dá a respostas derrepente, o que é legal e assustador ao mesmo tempo.

Os quebra-cabeças são muito bem-bolados e interativos, usando da capacidade tátil do DS ao seu máximo, e usam de situações-problema para desenvolverem o pensamento lógico e a criatividade na resolução dos problemas.
O jogo te ensina a usar diversas artimanhas pra resolver problemas matemáticos que parecem complexos de início, mas que com o tempo passam a ser simples e fáceis, isso porque você aprenderá novas lógicas e até algumas transformações existentes na matemática de verdade, como a Base Hexadecimal.
O game possui 6 finais alternativos, sendo alguns deles ruins, outros vazios e o final verdadeiro, todos atingidos de formas diferentes e interligados. O desfecho de todos eles é brilhante e muitas vezes uma surpresa, terminando de uma forma nunca esperada pelo jogador.






Meu parecer: simplesmente um jogo espetacular! Eu nunca imaginei um jogo de quebra-cabeças sendo interessante para alguém que não gosta desse tipo de desafio, mas esse game revolucionou a minha forma de ver os quebra-cabeças, e me fez gostar ainda mais de jogos com histórias bem escritas, pois nesse eu passei um tempão lendo diálogos e narrativas, mas o diferencial foi que isso não cansou como era esperado, foi um entretenimento simples mas muito divertido. 
Em muitos quebra-cabeças eu tive que realmente quebrar a cabeça pra resolver, mas depois de um tempo você meio que adquire o pensamento lógico instantâneo, aí fica muito mais tranquilo e menos estressante de resolver as fases do game. Nunca gostei tanto de saber Inglês como nesse game, porque normalmente você só precisa saber coisas básicas como comandos e entender o básico de diálogo, mas em 999, você sabendo um pouco mais de Inglês, você pode desfrutar da excelente história e narrativa, além de se compenetrar lendo.
Demorei um bocado pra atingir todos os finais, joguei como louco, mas foi tudo muito divertido, pois comecei a traçar perfis dos personagens e tentar deduzir que rumo a história teria de tomar pra terminar diferente, e muitas vezes descobri a saída por acidente.

Eu espero sinceramente por uma continuação ou por uma sequência desse tipo de game, e aconselho àqueles que querem sair da mesmice a jogarem esse jogo, não se arrependerão.

Nota: 8,5

[Análise]Shin Megami Tensei: Persona 3 (PS2)

Yo! Estou de volta com meu terceiro post e segunda análise! E hoje vou ter uma sessão nostalgia falando do game que até hoje é o meu preferido: Persona 3.
Bom, vou começar dando uma introdução sobre o game e darei seus pontos fortes e fracos, finalizando com a minha opinião e nota:


Persona 3 é um game que mistura características de RPG por turno e simulador de realidade, tendo sua jogabilidade dividida em duas partes: a caça pela torre Tartarus e o desenvolvimento do protagonista com seus colegas de classe e outras pessoas que ele venha a conhecer.

A história se passa numa cidade japonesa moderna, onde o protagonista passará a estudar. Após acontecimentos incomuns, você terá de explorar a Dark Hour, uma hora escondida nos dias que revela a tenebrosa torre de Tartarus, local infestado por Shadows, monstros que atacam pessoas para poderem se alimentar de suas mentes. Mas você não estará sozinho nessa luta, a seu favor você terá sua Persona, uma espécie de alter-ego que dorme dentro de você, e que representa diferentes faces da sua personalidade.
Além da exploração de Tartarus e da luta contra os Shadows na Dark Hour, você terá também que fazer amizades e até se apaixonar durante o dia, para que assim possa criar novas Personas e aumentar o poder delas, facilitando as batalhas.

O sistema de batalha de Persona 3 é similar ao dos RPGs convencionais: a batalha é dividida em turnos onde você pode atacar com magias ou ataques físicos, utilizando as armas equipadas no personagem ou até mesmo os poderes da sua Persona. Você pode montar um grupo de até quatro integrantes conforme for conhecendo novos usuários de Persona, e assim desenvolver diversas táticas e estratégias trabalhando em grupo.
Conforme for evoluindo, suas Personas vão ganhando mais poder e até podem se transformar em novas Personas, ou você pode juntar duas ou mais Personas para poder criar outras novas e mais poderosas.
Mesmo durante o dia, suas Personas são muito importantes para você, já que elas são separadas nas chamadas Arcanas, famílias místicas que definem a personalidade de seus integrantes. Com isso, se você possuir uma Persona de tal família e estiver tentando se relacionar com uma pessoa que pertença a essa família, você terá maior facilidade e naturalidade para poder se aproximar dessa pessoa, aumentando, assim, os seus Social Links, suas conexões com os outros.


Os gráficos e a trilha sonora são pontos altos nesse game, sendo os visuais e traços retirados do estilo dos animes e mangás e a trilha sonora tão bem composta que se encaixa perfeitamente nos momentos dramáticos do jogo. As horas jogáveis são extremamente altas e o conteúdo destravado nos replays é bem recompensador, as personagens com as quais você interage durante o jogo possuem personalidades e vidas diversas, dando um toque de realismo que não é pra qualquer jogo.
Os poucos defeitos do jogo estão por conta da IA, que falha de vez em quando e por conta da necessidade frequente de passar para níveis mais altos para poder prosseguir, mas são defeitos fúteis se comparados ao game como um todo.


Meu parecer: jogar pra mim se resumia a jogos de aventura, luta, corrida e tiro. Nunca me interessei por RPGs, até que um dia meu pai baixou um jogo que acabava de ser lançado, chegou e disse: jogue. Eu comecei a jogar e etc, gostei da abertura que lembrava muito a de animes mas não vi muito sentido no início, por isso perguntava a todo momento do que se tratava aquele jogo, e meu pai não respondia. Depois de algum tempo jogando, entendi que o jogo se resumia a conhecer e se relacionar com pessoas, e como eu não gosto de The Sims e afins, abandonei logo de cara.

Uns dias depois, estava sem nada pra fazer e resolvi jogar. Passei algumas partes do jogo até que, derrepente, o que se resumia a relacionamentos com pessoas, se tranformou em batalhas contra monstros estranhos e que ameaçavam a vida dos personagens. Isso me interessou e procurei jogar mais, nisso foram-se meses e eu acabei me apaixonando pelo jogo e pela história, mas muito mais pela franquia, que debutava no PS2 depois de seu último título, lançado muitos anos antes no PSX.

É um jogo compenetrante e provavelmente um dos melhores do finado PS2, fazendo sucesso a ponto de possuir spin-offs e etc. Se você está procurando por um jogo divertido, estratégico e diferente, Persona 3 provavelmente irá te agradar imensamente.
Os spin-offs lançados foram o Director's Cut Persona 3 FES e a adaptação para PSP, Persona 3 Portable. Além desses, houve também o lançamento de Persona 4, que introduz novos personagens, uma nova cidade e uma nova história, sucedendo Persona 3.

Per-so-na!


Nota: 9,0

[Notícia]Sony confirma invasão hacker na Playstation Network


Olá, gente! Cá estou eu mais uma vez, só que dessa vez para divulgar uma notícia que muitos já devem ter recebido, o recente atentado hacker à Playstation Network.
Bom, eu não possuo um PS3 e meu PSP não pode acessar a PSN por estar destravado, mas até eu sei da gravidade desse caso. Desde terça-feira(19), a PSN está fora do ar e até dias atrás o motivo era uma "manutenção emergencial", isso até a Sony divulgar oficialmente que sua rede foi invadida por uma "pessoa não-autorizada".
Se fosse apenas uma invasão pra baixar conteúdo da PSN sem pagar estaria tudo bem, mas o problema é que o invasor sabia bem o que queria: informações pessoais de todas as contas cadastradas na PSN. E não foi pouca coisa não: o cara teve acesso a Nome, Endereço, Código Postal, Cidade, Estado, Endereço de E-mail, Data de Nascimento, Senha e Usuário da Conta PSN e até suas transações bancárias recentes.
A Sony, em seu pronunciamento, disse ter retomado o controle do sistema e que deve estar voltando às atividades normais em no máximo uma semana, mas isso é meio suspeito, já que a quantidade de informação roubada não foi pequena, sendo que a própria empresa declarou a seus investidores numa conferência organizada recentemente que possuía 75 milhões de usuários cadastrados.
O caso já começou a chegar aos ouvidos do governo americano, que em carta enviada à Sony, declarou que a empresa deve garantir pelo menos 2 anos de livre acesso às informações comerciais da empresa por parte dos usuários e que caso hajam prejudicados, que os mesmos sejam ressarcidos dos prejuízos sofridos.

Agora o PS3 além de não ter uma jogabilidade online decente, também não tem uma segurança confiável... e isso é só o começo do que pode ser uma grande novela e de uma grande leva de processos judiciais contra a fabricante do Playstation.

[Análise]Dissidia 012 Duodecim: Final Fantasy (PSP)

Olá! Eu sou o Erich e vou colaborar com algumas análises de jogos para Nintendo DS (DS), Playstation Portable (PSP) e Playstation 2 (PS2). O jogo que analisarei logo de início será o novo Dissidia 012 Duodecim: Final Fantasy, para PSP.


Bom, para aqueles que não conhecem esse título, é o segundo game da franquia Dissidia, que mistura os diversos universos dos games de Final Fantasy, mas que inova em jogabilidade, gráficos e história, além de abandonar o sistema de Batalha de Turnos, famoso na franquia Final Fantasy.

A história do jogo se passa numa dimensão alternativa, e retrata a guerra entre as duas divindades: Cosmos, a Deusa da Harmonia, e Chaos, o Deus do Caos. Ambos estão em guerra há milênios, num ciclo repetitivo e sem fim de batalhas, travadas por seus campeões que foram trazidos dos mundos de Final Fantasy.

No primeiro game, há a introdução da guerra entre os deuses e tudo mais, porém, nesse novo título, essa guerra parece estar caminhando para um final a favor de Chaos, que está para esmagar Cosmos. Quando tudo parece estar perdido, os heróis descobrem um jeito de poder virar o jogo, e lutam para alcançá-lo.
A diferença desse para o primeiro jogo, além da história, é a adição de novos personagens como Lightning (FFXIII), Kain (FFIV), Laguna (FFVIII), Yuna (FFX), Vaan (FFXII), Prishe (FFXI) e Gilgamesh (FFV), além, é claro, da musa Tifa (FFVII), além de diversos novos conteúdos como stages, music packs e muito mais.


Meu parecer: é um jogo espetacular e muito divertido que atrai mesmo aqueles que nunca tiveram contato com a franquia Final Fantasy como era o meu caso, e os faz querer jogar os jogos antigos para conhecer mais seus personagens favoritos. O sistema de batalha é divertido e emocionante, os ataques especiais são mágicos e os gráficos são perfeitos, além dos visuais, que são um dos pontos fortes do jogo.
Da versão anterior pra essa foram aprimorados o Story Mode e muitas outras coisas, deixando o jogo ainda melhor e aumentando as horas de jogo disponíveis.



Os pequenos problemas presentes no jogo são a câmera, que às vezes dá trabalho no meio das lutas; e a história, que comparada aos belos roteiros da franquia Final Fantasy, não faz sentido algum e é totalmente vazia, mas isso é algo esperado, já que é apenas uma desculpa pra botar num game só diversos personagens de diferentes jogos trocando ponta-pés.

É um ótimo jogo e praticamente indispensável pra qualquer um que tenha um PSP e goste de jogos de luta e aventura!


Nota: 8,0